Outsourcing é um conceito que tem se tornado cada vez mais popular no mundo dos negócios e, para a área de saúde, não poderia ser diferente. No entanto, ainda há muitas dúvidas e confusões a respeito desse conceito. Para entender melhor os benefícios que agrega a clínicas e hospitais, continue lendo este conteúdo! Qual é o objetivo do outsourcing? Em linhas gerais, o principal objetivo do outsourcing é melhorar as estratégias de uma empresa, gerando um aumento de lucros e aperfeiçoamento dos processos. Mas, o que de fato é outsourcing? Esse termo é uma expressão que vem do inglês, em que “out” significa “fora” e “source” se refere “fonte”. É possível traduzir literalmente como “uma fonte de fora”. A tradução não está errada, pois o conceito tem ligação direta a serviços que são de fora da empresa. Porém, um erro comum aqui no Brasil, é traduzir esse termo como “terceirização”. Isso está errado porque outsourcing não funciona da mesma forma que terceirização. Por mais que ambos se tratem de contratar serviços externos, os objetivos não são os mesmos. Visto que o outsourcing envolve uma série de tarefas mais complexas e estratégicas para uma empresa prosperar. Quais são as vantagens do outsourcing? É de conhecimento comum que a rotina de uma clínica ou hospital é bem corrida, o que gera muita tensão. Aliviar os trabalhos que não são o foco principal da empresa, é importante para obter uma maior tranquilidade no dia a dia. Organizar uma equipe irá garantir ao local uma série de vantagens, não só para a empresa, como também para os seus funcionários e pacientes. Agora que você já sabe o que é e qual o objetivo deste conceito, confira logo abaixo quais são as principais vantagens do outsourcing para a sua clínica ou hospital! 1. Serviço de CME otimizado A CME é a unidade dentro do hospital responsável pela limpeza e higienização dos produtos para a saúde que serão usados em todos os setores do hospital, seguindo a resolução RDC-15. Isso faz com que muitos hospitais e clínicas tenham certos problemas em cumprir a resolução. Devido a falta de expertise, tecnologia ou processos para atender à regulamentação. É uma das áreas mais importantes e é comum que as clínicas e hospitais contratem empresas especializadas para realizar o serviço. Ao fazer outsourcing do CME, é possível obter uma série de benefícios. O trabalho será feito por uma parceira adequada e focada apenas nisso, como a Bioplus. 2. Ter acesso a especialistas Um dos principais benefícios em contratar uma empresa parceira, é o fato de que você irá contar com especialistas adequados para aquele tipo de serviço. O processo todo torna-se mais eficaz e seguro, visto que o responsável por ele realiza o serviço com noção de seus atos. Não apenas para o setor de CME, como também para outros tipos de profissionais, como os que realizam laudos de exames, etc. 3. Diminuição de custos Ao contar com ajuda de uma empresa parceira, a clínica ou hospital não precisará arcar com outros custos e despesas que envolvem uma CLT. Como manter um profissional para desempenhar apenas uma função, gerando mais custos para a sua empresa. Ao contar com uma empresa de fora para desempenhar tal função, a clínica ou hospital não tem que arcar com tais obrigações. Isso isenta a sua empresa de todos os compromissos de contratação para com os profissionais. Não é nem preciso dizer o quanto isso reduz os custos para sua empresa, certo? E ainda fornece um serviço de grande qualidade e com maior eficiência. 4. Otimizar tempo Na maioria das vezes, contratar uma empresa parceira ajuda a ter uma maior agilidade nos processos, ficando prontos em poucos dias. Isso faz com que o seu estabelecimento médico tenha uma maior rapidez e agilidade nos serviços. Como resultado, aumenta a satisfação dos pacientes que procuram os serviços de sua clínica ou hospital. E, conforme o tipo de serviço que você contratou, alguns processos tendem a ser mais rápidos. Quando o assunto é uma clínica, hospital e qualquer outra área de saúde, a produtividade e otimização de tempo são dois pontos que devem ser priorizados. Para oferecer sempre um serviço eficiente e obter um maior destaque no mercado, tornando-se até mesmo uma referência. 5. Supervisão de profissionais É possível também contratar uma empresa parceira para fazer a seleção, treinar e indicar os funcionários. Enquanto a sua unidade de saúde ficará responsável por monitorar e supervisionar esses profissionais. Caso ocorra alguma falha ou erro, a própria empresa parceira fará a correção desse profissional. Isso reduz mais uma responsabilidade de gestão do seu hospital ou clínica sobre os funcionários. Como resultado, a gestão de pessoas e a gestão de serviços do local tornam-se mais eficientes e organizadas. Tornando a qualidade dos serviços mais elevada. Vale ressaltar que, antes de pensar em implementar o outsourcing em sua clínica ou hospital, é essencial verificar a idoneidade da empresa que deseja fazer uma parceria. A pesquisa procurará o local com mais agilidade, funcionários e experiências de serviços. E também é importante verificar se os serviços desejados estão dentro do que permite o orçamento da empresa. Conclusão Ter a ajuda de especialistas para lidar com alguns pontos pode gerar diversos pontos positivos para a clínica ou hospital, tais como: Redução de custo; Rapidez; Eficiência; Agilidade; Otimização; Qualidade; Sustentabilidade; Suporte; Aumento de receita; Organização. Levar todos esses pontos em conta faz com que o ambiente da clínica ou hospital, torne-se melhor tanto nos processos internos, quanto externos. E, também fornece uma maior segurança para os pacientes e também para os outros profissionais que trabalham no local. Como é o caso de contar com uma empresa parceira para realizar os serviços de CME. Por fim, o que você achou deste conteúdo? Foi útil para você? Não se esqueça de compartilhar com os seus amigos e também dê uma olhada em outros posts interessantes em nosso blog!
Confira as diferenças entre processamento, reprocessamento e esterilização!
A parte de esterilização de materiais de um hospital é crucial para que a unidade possa operar de maneira segura sem que se coloque a vida dos pacientes em risco. Dentro e fora do hospital, todo mundo sabe que contar com equipamentos esterilizados é extremamente necessário. Porém, ao longo desse processo há outras etapas necessárias também. Saber quais são elas, sua diferença, como funcionam, dentre outros fatores é importante para entender melhor quando usar cada uma dessas etapas. Sendo assim, elaboramos este conteúdo com as principais informações a respeito do assunto, confira. Qual a diferença entre esterilização, processamento e reprocessamento? Podemos dizer aqui neste conteúdo que a esterilização é um processo físico ou químico que tem como função principal fazer a eliminação de microrganismos em formas vegetativas e esporuladas de substâncias, materiais ou artigos. Já o processamento está ligado a um sistema de pré-limpeza, recepção, secagem, avaliação dentre outras funções que tem como objetivo preparar o item para que possa ser desinfetado ou esterilizado para poder ir depois para as unidades hospitalares. O reprocessamento é um tipo de procedimento que realiza a limpeza e esterilização de materiais que podem ser reutilizados, ou seja, aqueles itens que não são descartáveis. O reprocessamento de produtos deve seguir um critério rigoroso para que possa ser feito de maneira segura e eficiente. Como funciona a esterilização? A esterilização serve para eliminar os organismos vivos, como o vírus, fungos, bactérias ou qualquer forma de vida microbiana que possa existir no material. O procedimento é vital para que se possa salvar vidas, visto que o uso desses materiais é muito importante durante o atendimento aos pacientes. Dessa forma, precisam estar 100% limpos para que não propaguem doenças ou infecções causadas por esses agentes microbianos que possam estar presentes nesse material. A esterilização se utiliza de processos que eliminam completamente as chances de um microrganismo poder resistir, pois as chances disso acontecer é menor que uma em um milhão. Existem tipos diferentes de esterilização e a escolha de cada um desse tipo deve levar em consideração qual objetivo se quer alcançar. Por exemplo, existem materiais que não podem entrar em contato com o calor ou agentes químicos. Dessa forma, acabam sendo esterilizados por meio do peróxido de hidrogênio para que se possa preservar o material em questão. Como funciona o processamento? O processamento é o principal responsável por realizar a desinfecção de produtos médicos. Dessa forma, o produto que não pode passar pela esterilização, é tratado nessa etapa para que possa eliminar sujeiras e microrganismos para que possa ser usado mais tarde. Durante o processamento não há margem para cometer erros. Por isso, é necessário seguir toda a orientação passada pelo protocolo. O processamento lida principalmente com as etapas de: Recepção de itens; Avaliação da integridade e funcionalidade; Pré-limpeza; Preparo; Desinfecção ou esterilização; Armazenamento; Distribuição. Em todas as fases é necessário que as normas sejam seguidas à risca e que profissionais qualificados realizem todo o processo para que ele não dê errado. Como ocorre o reprocessamento? O reprocessamento acontece por meio de materiais que são usados pela equipe médica e que podem ser limpos outras vezes para que possam ter um novo uso. Sendo assim, os materiais que não são de uso único podem ser limpos, desinfetados, esterilizados, preparados, embalados, rotulados e distribuídos para as unidades. É necessário seguir também um protocolo rígido para que não haja riscos durante esses processos. Como desenvolver soluções em esterilização de material médico? Os hospitais e clínicas precisam contar com esse tipo de serviço. E por ele ser muito específico, cheio de burocracias e detalhes, o melhor a se fazer é contar com uma empresa especializada em esterilização, processamento e reprocessamento. A terceirização facilita muito mais para que o trabalho acabe sendo feito. Isso porque os profissionais responsáveis ficam a par de organizar e escolher o método de desinfecção e esterilização ideais para cada tipo de item existente. Para desenvolver soluções melhores na área, primeiramente é necessário que haja a separação dos itens considerados críticos, semicríticos e não críticos. Assim, os materiais críticos passam pela esterilização, os semicríticos fazem esterilização ou desinfecção e os não críticos são desinfetados ou limpos. A periodicidade vai depender do uso. Sempre que pacientes diferentes tiverem que ser atendidos, haverá a necessidade de materiais esterilizados disponíveis. Portanto, o hospital deve mandar esses equipamentos para o outsourcing de saúde, como a Bioplus, para que ela faça o trabalho. Quando o material chegar no lugar de tratamento, deve-se recebê-lo, vistoriá-lo e categorizá-lo de acordo com as normas estipuladas. Depois, a limpeza pode acontecer por meios mecânicos, físicos ou químicos. Passado por essa etapa, os materiais seguem para a fase seguinte para que possam eliminar qualquer organismo existente. Como a CME ajuda nisso? Dentro dos hospitais é onde acontecem os maiores índices de risco à saúde em relação a infecções. Por isso, contar com um ambiente limpo e com materiais principalmente livres de agentes contaminantes é fundamental para que se possa não só remover a sujeira, mas também fazer com que haja uma segurança na utilização do mesmo. A CME é parte vital para que se possa prevenir o acontecimento de infecções cruzadas. Sabendo que nem todo hospital possui uma estrutura boa o suficiente para fazer com que todo esse trabalho aconteça, contar com uma empresa especializada nisso é muito melhor para garantir a segurança. Por isso que se você está tendo problemas e sabe o quão fundamental esse sistema é, conte com a Bioplus para te ajudar a realizar um trabalho eficiente. Conclusão Agora que você consegue observar as diferenças entre cada um dos processos, fica mais fácil saber a importância de contar com um local ideal para fazer todo esse trabalho. A Bioplus atua desde 2007 com a área de saúde prestando serviços a diversos locais que precisam de uma supervisão melhor de seus processos. Sendo assim, oferecem um serviço de ponta que entrega qualidade, eficiência e segurança. Se você quer contar com um sistema que funcione de forma organizada, então entre em contato conosco e saiba melhor sobre nossos serviços.
Hospital Geral de Palmas contará com a maior Central de esterilização do Estado
O Hospital Geral de Palmas (HGP) contará agora com a maior e mais moderna Central de Material e Esterilização (CME) do Tocantins. Isso porque o Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado da Saúde realizou um contrato com a empresa BioPlus, que prevê a gestão completa do Hospital Geral de Palmas (HGP) e do Hospital e Maternidade Dona Regina (HMDR) incluindo a nova ala pediátrica. Toda a estrutura funcionará dentro nas dependências do HGP onde passou por adequações para comportar a nova central. Nesta quarta –feira, 28 , às 9h, acontecerá uma breve inauguração e visita interna no novo espaço. “O contrato prevê Gestão do setor, a renovação de todo arsenal de instrumentais que a unidades hospitalar necessita. O fornecimento de insumos, diversos equipamentos inclusive para cirurgia urológica, geral por vídeoloscopia, neurocirugia, bucomaxilo e cirurgia ortopédica. Além disso, o fornecimento de equipamentos para o processo de esterilização como: autoclaves, lavadora termodesinfectadora e ultrassônicas. São equipamentos novos, adquiridos recentemente. Agora a Unidade hospitalar aumentou quatro vezes mais a sua capacidade, de lavagem e esterilização, de 810 litros para 3.600 litros”, informou o Secretário de Estado da Saúde, Edgar Tollini. Para receber toda estrutura foi realizada reforma e readequação do CME do HGP, conforme as normas técnicas vigentes Conselho Regional de Enfermagem (Coren), Agência Nacional de Vigilância Sanitária e Ministério da Saúde (MS). O diretor administrativo do HGP, João Carlos Dias Medeiros ressalta ainda as vantagens quando se gerencia o processo de esterilização “Previne infecções hospitalares, garante que a assistência seja realizada com a maior segurança possível ao usuário que necessita do serviço de saúde, automaticamente diminui o tempo de internação do paciente e reduz custos para gestão”, afirmou. Com a nova central funcionando, de acordo com a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do HGP, houve uma redução significativa, de infecção hospitalar, de 44% de janeiro a junho, comparado ao mesmo período do ano passado. “A CME terá, a partir de agora, um sistema de rastreabilidade informatizada que registra num banco de dados todas as etapas do processo, desde o recebimento do material até a entrega aos setores do Hospital. Também foram implementados os procedimentos operacionais padrão, assim, padronizamos o atendimento, treinamos as equipes na mesma rotina e garantimos que os processos sejam executados da mesma forma. Além disso, os equipamentos passam por manutenções preventivas e corretivas, preconizadas pelos fabricantes, para que a CME tenha todas aprovações dos órgãos de controle”. João Hugo Abdalla Santos , Médico-Infectologista da Bioplus. Sobre a unidade O HGP é um hospital de média e alta complexidade, considerado unidade de “porta aberta”, referência para os 139 municípios do Estado. Atualmente oferece 39 especialidades, somente no pronto-socorro do hospital, são atendidas em média 2.500 pessoas por mês. Fonte: https://www.agenciatocantins.com.br/noticia/26400/maior-central-de-esterilizacao-do-estado-e-inaugurada-pelo-governo https://www.to.gov.br/secom/noticias/governo-do-tocantins-inaugura-a-maior-central-de-esterilizacao-do-estado/3ultwqmorpym Sesau diz ter ampliado em quase 350% a capacidade de lavagem e esterilização dos materiais do HGP e HMDR http://www.ocoletivo.com.br/noticia-67991-hospital-geral-de-palmas-contar-com-a-maior-central-de-esteriliza-o-do-estado https://www.agenciatocantins.com.br/noticia/26300/hospital-geral-de-palmas-contara-com-a-maior-central-de-esterilizacao-do-estado https://conexaoto.com.br/2021/07/27/hospital-geral-de-palmas-contara-com-a-maior-central-de-esterilizacao-do-estado Hospital Geral de Palmas contará com a maior Central de esterilização do Estado https://www.portalstylo.com.br/noticia-1508578051-hgp-contara-com-a-maior-central-de-esterilizacao-do-estado https://www.tocanews.com.br/2021/07/hospital-geral-de-palmas-contara-com.html https://bico24horas.com.br/noticia/hospital-geral-de-palmas-contara-com-a-maior-central-de-esterilizacao-do-estado/25606 https://www.primeirapagina.to/noticias/hospital-geral-de-palmas-contara-com-a-maior-central-de-esterilizacao-do-estado/ HGP contará com a maior Central de esterilização do Estado https://www.to.gov.br/saude/noticias/hospital-geral-de-palmas-contara-com-a-maior-central-de-esterilizacao-do-estado/49wjftx6wd9z
Taxa de infecção em cirurgias cai 30% no HGP
A esterilização de material cirúrgico é um trabalho fundamental para a saúde dos pacientes. Em Palmas, o Hospital Geral de Palmas (HGP), referência para os 139 municípios do Estado, registrou em 2020, uma média de 0,72% de infecções cirúrgicas. Já no ano de 2021, houve a redução para 0,51% nesta mesma taxa, uma queda de 30%. No Brasil, apesar de não haver dados sistematizados para o percentual de Infecções do Sítio Cirúrgico (ISC), as complicações mais comuns decorrentes do ato cirúrgico ocorrem no pós-operatório em cerca de 3 a 20% dos procedimentos realizados no país, tendo um impacto significativo na morbidade e mortalidade do paciente. Um dos pontos que contribuíram para essa redução foi a melhoria dos protocolos, mão de obra, equipamentos e insumos no Centro de Material e Esterilização (CME) do hospital. Para o médico infectologista, Dr. João Hugo Abdalla, da Bioplus, empresa responsável pelo processo de esterilização dentro da unidade, o trabalho no CME segue um pacote de medidas de prevenção que deve ser implementado através de múltiplas ações de boas práticas. Sendo também importante ressaltar o trabalho da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do HGP com a implementação de medidas de prevenção por meio da adesão a boas práticas, com a utilização de protocolos, guias e manuais baseados em evidências científicas. “Com esse conjunto de ações foi possível fazer todo o trabalho de processamento, esterilização e despacho dos instrumentais que serão utilizados no bloco cirúrgico e reduzir os percentuais de infecção”, explicou o médico. De acordo com o diretor geral do HGP, Leonardo Toledo, em 2020, foram realizadas 9.533 cirurgias no HGP. Já em 2021, esse número foi de cerca de 10.593. “A maioria, cirurgias geral e do aparelho digestivo”, ressaltou o diretor geral. “O monitoramento das infecções de sítio cirúrgico em cirurgias limpas é um indicador necessário para o controle da qualidade da assistência. Sendo possível avaliar e monitorar desde a qualidade da esterilização, assim como, as taxas de Infecção por especialidade cirúrgica e por cirurgião”, declarou a enfermeira da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do HGP, Ana Claudia Bastos. (Da assessoria de imprensa) FONTE: https://clebertoledo.com.br/tocantins/taxa-de-infeccao-em-cirurgias-cai-30-no-hgp/
Como funciona o prontuário eletrônico no hospital?
Dentro da rotina hospitalar, contar com um prontuário eletrônico pode salvar muitas horas do dia. Isso porque o sistema é ágil e ajuda a otimizar as tarefas que antes deveriam ser preenchidas manualmente e de forma física. Hospitais que já adotam esse tipo de sistema podem contar com uma eficiência muito maior dentro dos seus processos por conta de tudo estar mais integrado e seguro. Unidades de grande e médio porte já fazem bastante uso dessa ferramenta, porém, as unidades de médio e pequeno porte ainda resistem em se render a esses benefícios. Se você está interessado em saber mais sobre este assunto, então continue lendo este conteúdo. O que é e como é feito o prontuário eletrônico? Sabe-se que o prontuário eletrônico é uma ferramenta estipulada pelo CFM para documentar todas as informações acerca da saúde do paciente. Nele, pode-se encontrar: Exames; Imagens; Anotações. E tudo aquilo que for preciso para que o paciente possa ter um atendimento completo pelo profissional. Não muito tempo atrás, esse tipo de documentação era feita de forma manual. Assim, clínicas e hospitais mantinham apenas o arquivo em forma de papel. Mas, com o avanço da tecnologia e com a contribuição que isso tem na área de medicina, esse tipo de documento tem sido substituído por sua versão digital. Dessa forma, o prontuário eletrônico realiza o mesmo trabalho, só que de maneira mais dinâmica, pois disponibiliza informações por uma interface bastante intuitiva e que é fácil de mexer. Assim, o acesso se torna simples e rápido. Qual a vantagem do prontuário eletrônico? Existem diversas vantagens para a unidade que quer contar com o prontuário eletrônico. Por exemplo, ele é um sistema que te dá mais segurança. Isso porque ele armazena todos os dados na nuvem. Assim, as informações confidenciais de cada paciente só podem ser acessadas através de um login no sistema. Além disso, o prontuário dificilmente se perderá uma vez que ele foi armazenado. Outra vantagem que esse armazenamento em nuvem proporciona é a liberação de espaço físico. Antes, os arquivos tinham que ficar engavetados dentro de uma sala ou de armários. Hoje, o sistema consegue armazenar milhares de arquivos sem pesar e sem ocupar espaço, que pode ser aproveitado para outras coisas. Além disso, a falta de necessidade do papel gera economia para o local. E economia é sempre bem-vinda, principalmente se tratando de unidades hospitalares. O atendimento também é melhorado por conta de ser mais eficiente e organizado. Assim, o médico ou outro funcionário da instituição poderá achar os documentos de forma rápida sem que se perca muito tempo procurando por fichas. Os mecanismos de busca instalados nesse sistema facilitam bastante o acesso a essas informações. Como funciona um prontuário? O prontuário eletrônico do paciente registra informações que vão desde o nascimento do indivíduo até seu óbito. Sendo assim, é preciso que ele contenha diversas informações importantes como: Identificação do paciente; Anamnese; Exames; Hipóteses diagnósticas; Diagnósticos definitivos; Tratamentos efetuados. Dentro do sistema haverá todos esses tópicos para que o profissional preencha e possa guardar essas informações. Ele funciona exatamente como o modelo antigo, só que agora, digital. O que não deve ser feito no prontuário do paciente? Todo profissional está sujeito ao erro. Porém, dentro de um hospital isso deve ser minimizado ao máximo, pois pode provocar graves consequências na vida do paciente. Há algumas falhas que não podem de maneira alguma acontecer. São elas: 1. Análise errada de exames Exames que acabam sendo lidos de forma errada geram grandes confusões. E esses erros podem existir por uma sequência de vários motivos. Falta de atenção, falta de rotina, falta de atualizações, tudo isso contribui para que o erro aconteça. 2. Dar o diagnóstico equivocado O diagnóstico equivocado é um dos principais erros que o médico pode fazer. E ele pode acabar acontecendo por conta da correria do dia a dia ou pela falta de resultados suficientes para que se possa chegar a conclusão final. 3. Erro no preenchimento do prontuário Quando um profissional erra ao preencher o prontuário, vários outros problemas podem surgir juntos. Esse problema prejudica a área de atendimento e todos os processos futuros. O prontuário eletrônico é ótimo para evitar que esse tipo de coisa aconteça, pois o sistema já é bem intuitivo e de fácil acesso, deixando tudo pronto para que o profissional consiga mexer nele. Esses são apenas alguns dos diversos erros que podem acontecer. O mais importante é que o profissional fique atento para que eles não sejam cometidos. O que fazer se errar no prontuário? Nos casos onde o erro aconteceu e não pode ser corrigido na hora, é necessário que o profissional faça uma retificação para que possa corrigi-lo ou complementar os dados que foram relevantes ao atendimento prestado. Essa retificação deve acontecer por meio de uma errata com a participação da Comissão de Revisão de Prontuários e do diretor técnico se houver necessidade. O prontuário é um documento no qual não pode haver rasuras para que ele não acabe sendo descartado completamente. Por isso, é preciso seguir as regras corretamente para fazer essa correção. Antes de mais nada, a atenção do profissional da saúde é muito importante na hora em que está realizando o seu trabalho. Como este é um documento que pode servir em várias funções, é necessário que ele seja feito da forma mais cuidadosa possível. Sabemos que as ações humanas geralmente costumam apresentar mais índices de erros. Por isso, o sistema eletrônico é a chave para que esses erros não ocorram com tanta frequência e que possam ser corrigidos na hora. Conclusão O prontuário eletrônico é útil de muitas formas. Por isso, se a sua unidade ainda não o adotou, é necessário repensar o motivo, visto que ele ajuda médicos, pacientes e toda a rotina hospitalar a ser mais otimizada. Essa é uma tecnologia mais do que necessária para fazer com que todos tenham segurança e fácil acesso a um documento importante que faz parte da vida do paciente. Conte aqui se você tem interesse em adotar esse sistema para sua unidade e se já conhecia sobre ele. Compartilhe
Diminuição De Infecção: HGP Registra 30% Menos Infecções Em Cirurgias
Infecção Hospitalar: 6 passos para resolver o problema
A infecção hospitalar tem sido a causa de muitas mortes dentro dos hospitais. Segundo a OMS, cerca de 10% dos pacientes internados, adquirem algum tipo de infecção hospitalar. Para pacientes das unidades intensivas, esse número é ainda maior, chega a 30% dos internados, isso em países desenvolvidos. Para aqueles em desenvolvimento, o valor é ainda maior. No Brasil, em média 14% dos pacientes internados, adquirem alguma infecção relacionada à assistência à saúde, as chamadas IRAS. Elas, em geral, estão associadas a uma falta de higienização dentro do ambiente hospitalar. Se você deseja saber como combater isso e não colocar a vida dos pacientes em risco, continue lendo este conteúdo. Tipos de infecção hospitalar e como combatê-las Diversas vezes as causas das IRAS acabam acontecendo pela falta de higiene no ambiente e nos procedimentos e processos cirúrgicos. A ANVISA estima que 60% das infecções primárias de corrente sanguínea possuem alguma relação a algum dispositivo intravascular, como os cateteres. As infecções hospitalares são um grande problema na área da saúde e uma das causas que mais resultam em mortes nos serviços de saúde no mundo inteiro. O início do século fez parecer que esses problemas de controle de infecção ficariam numa posição secundária. As principais entidades, como a OMS, dão destaque para a importância da estratégia para a coletividade. Então, ações desenvolvidas pela CCIH de lavagem de mãos, prevenção de infecções, controle de resistência microbiana, notificação de doenças emergentes, etc, são vitais para o nosso século. Portanto, se faz mais do que necessário que os hospitais realizem um padrão de processos de higienização e sigam os protocolos recomendados pela ANVISA para que reduzam o número de infecções. Quais os tipos de infecções mais comuns? As infecções hospitalares são doenças causadas por microrganismos como os vírus, fungos, bactérias e parasitas. São elas as responsáveis pela maior parte das infecções atreladas aos cuidados da saúde. Dentre os tipos mais comuns então as infecções do trato urinário, infecção em ferimentos, infecções pulmonares e da corrente sanguínea. As infecções acontecem entre dois e três dias após a pessoa ter sido internada. Pacientes da UTI ou que vão se submeter a cirurgia, também possuem mais riscos de terem infecções que as demais pessoas. Elas podem acabar se espalhando de maneira muito rápida e, principalmente, irem se tornando cada vez mais complexas à medida que evoluem, como as superbactérias. O momento mais comum de acontecer infecções hospitalares é durante uma cirurgia. No procedimento de cateterismo, quando ocorre intubação do paciente. Há então, várias maneiras de um agente infeccioso causar uma infecção, são elas: Infecção exógenas: quando o agente infeccioso é contraído por alimentos, contato com as mãos dos profissionais de saúde ou por meio de visitas; Infecções endógenas: ocorrem quando o microrganismo se desenvolve no próprio paciente por conta de sua fragilidade imunológica; Infecção cruzada: quando os vírus se espalham entre os pacientes internados; Infecção inter-hospitalar: quando ocorre de um hospital a outro por conta de transferências a uma nova internação após alta. Sendo assim, as boas práticas de higiene são vitais para poupar a vida de quem está debilitado. Os hospitais e clínicas devem estar atentos a isso. Como resolver a questão das infecções hospitalares? Para evitar as infecções nos hospitais, é fundamental que a gestão do local junto com a comissão de controle de infecção hospitalar trabalhem juntos para cuidar deste ambiente. A higiene é a parte crucial de um ambiente de saúde para que a infecção hospitalar não se espalhe. Por isso, deve haver um trabalho constante para que sejam removidas as sujeiras e os microrganismos que podem ter permanecido no ambiente. Por se tratar de agentes que podem ser transmitidos com facilidade através do contato com objetos ou até mesmo o ambiente contaminado com partículas no ar, é que a parte da higienização é tão importante. Um ambiente que está limpo e tem organização também tem um impacto direto na qualidade de vida das pessoas que estão presentes nele. Mas antes que a esterilização comece, é preciso alguns cuidados. Todos os materiais precisam estar guardados nos seus devidos lugares para que as superfícies se encontrem liberadas para que a limpeza seja facilitada. Isso facilita também o trabalho da equipe e faz com que trabalhem de modo mais otimizado. As instituições de saúde devem prezar pela limpeza não só do ambiente como também do corpo e dos alimentos presentes. Podemos definir o conceito de limpeza por se tratar da remoção ou da retirada de tudo aquilo que está sujo por meio da fricção da superfície com água e produtos próprios para limpeza. Quanto maior a área a ser limpa, maior será o tempo investido nela para que sejam removidas impurezas. Nos hospitais e clínicas, costuma-se usar a varredura úmida no chão. Assim, não se levanta pó ou outros resíduos que possam estar presentes e que possam acabar contaminando outros lugares. Além disso, há divisões claras que precisam de atenção especial. Por exemplo, o chão, as paredes, o teto, as portas e janelas são lugares que precisam de uma limpeza atenciosa, assim como as cadeiras, mesas, balcões, macas, bancadas e pias. Sendo assim, as medidas de prevenção devem ser mais elaboradas e seguidas à risca. Algumas soluções para esse problema poderemos ver abaixo: 1. Higienização dos profissionais com frequência Os profissionais de enfermagem devem estar atentos a sua higiene como profissional. Uma das melhores maneiras de evitar a contaminação é lavando as mãos com água e sabonete neutro. Isso deve ocorrer após todo procedimento junto a um paciente, assim como qualquer ação feita com ele. Por exemplo: entregar comida, dar medicação, cuidar de ferimentos. A higienização deve ser feita antes e depois de todo o contato para que não favoreça a proliferação desses microrganismos infecciosos. As mãos são uma das ferramentas mais importantes dentro do ambiente hospitalar, por isso, ela deve ser tratada também como uma ferramenta. Se não houver a possibilidade de lavar as mãos, tenha por perto álcool para poder fazer essa esterilização. Assim, enfermeiro e os médicos devem sempre colocar luvas e estarem atentos à proteção da mesma. 2. Higienização frequente dos ambientes É crucial que a limpeza aconteça dentro de uma periodicidade.
